União das Freguesias de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão

População: 554 Habitantes
Dista da Sede de Concelho: 10 km
Área: 19,87 km²
Leonido Francisco Rodrigues Silva
Morada: Rua da Igreja, n.º 23 6370-332 Juncais
Email: jvrvsc@gmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/UFJVRVSC/ (abre em nova janela)
Telefone: 271027412
Foi constituída em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, pela agregação das antigas freguesias de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão e tem a sede em Juncais.
Esta nova freguesia é constituída pelas localidades de: Juncais, Cadoiço, Ponte de Juncais, Vila Ruiva e Vila Soeiro do Chão.
Inicialmente teve o nome de Juncal, devido ao facto de ser um lugar pantanoso, onde existiam muitos juncos, mas com os anos esse nome transformou-se em Juncais, e assim permaneceu até hoje.
Esta freguesia pertenceu ao extinto concelho de Linhares (24 de Outubro de 1855), passando depois para o concelho de Celorico da Beira, e só a partir de 13 de Janeiro de 1888, é que integrou o concelho de Fornos deAlgodres.
A lgreja Matriz e a Capela de Santa Bárbara são sempre locais a visitar, por quem passe por esta aldeia. Também se pode ver um bonito solar no largo do chafariz das quatro bicas.
Inclui os lugares de Cadoiço e Ponte de Juncais. No Cadoiço pode visitar a Capela da Senhora das Preces; a Ponte de Juncais, convida a momentos mais descontraídos: pode desfrutar da sua praia fluvial, e comer uns petiscos nos restaurantes aí existentes.
Para quem gosta de artes e ofícios tradicionais, pode visitar a Olaria de Juncais ou deslocar-se até ao Cadoiço e visitar o lagar de azeite aí existente.
Parece tirar o nome de um certo grande fidalgo de nome Rui que foi senhor desta terra.
Esta localidade de invocação de Nossa Senhora da Graça, (cuja imagem, de pedra muito antiga, se venera no altar mor), está situada além do Mondego, nas faldas da Serra da Estrela.
Pertenceu ao concelho de Linhares, extinto por decreto de 24 de Outubro 1855, passando então para o de Celorico da Beira. Mais tarde passou para o de Gouveia, e depois para o de Fornos de Algodres, a que actualmente pertence, por decreto de 13 Janeiro de 1898.
Para os interessados em arqueologia esta é uma freguesia a visitar: existem várias sepulturas antropomórficas, e uma necrópole rupestre num lugar chamado Tapada do Anjo.
Nesse mesmo local, situa-se a Capela do Arcanjo São Gabriel. A construção da Capela neste local está associada a uma lenda: reza a história que os habitantes da aldeia foram atemorizados por um lagarto gigantesco, refugiando-se na Tapada do Anjo, os quais nas suas orações pediram ajuda ao Arcanjo São Gabriel, e foram atendidos nas suas preces. A sua devoção para com este Anjo salvou-os de tamanho perigo, e assim como forma de agradecimento construíram uma Capela em sua honra.
Outro local a visitar, com interesse histórico, é algreja Matriz, que data do século XVII.
A natureza também nos oferece bonitos locais, que podem ser alvo de uma visita, como é o caso do penedo do ninho do corvo e da lapa do fundão.
Vila Soeiro do Chão nem sempre fez parte do concelho de Fornos de Algodres.
Em 1527 chamava-se Vila Soeyra do Chaom e integrava a freguesia da Mesquitela.
A sua lgreja Matriz, de características barrocas e um campanário lateral, pode ser um local para uma interessante visita.
Na aldeia existe um forno comunitário, que data de 1744, e uma lagariça (lagar de vinho construído na rocha durante a época medieval).
No terceiro domingo do mês de Outubro festeja-se na localidade a festa em honra de Nossa Senhora da Saúde.
Brasão
Escudo: de verde.
Coroa Mural: de prata de três torres.
Estrela: Representa a Serra da Estrela e ainda o orago de Vila Ruiva (Nª Srª da Graça) e de Vila Soeiro do
Chão (Nª Srª da Saúde).
Juncos: Representam a zona natural e o topónimo “Juncais”.
Ovelha: Representa a pecuária, a pastorícia e ainda a tradicional queijaria.
Burelas Ondadas: Representam o rio Mondego com a sua praia fluvial e ainda a ponte de Juncais, elemento estratégico durante a 3 ª Invasão francesa.
Bandeira
Amarela. Cordão e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro.Galeria Fotográfica
- Abrigo de pedra numa zona rural com terreno montanhoso e vegetação mediterrânica.
- Casa da freguesia de Vila Ruiva, construção tradicional de pedra com dois andares.
- Chafariz tradicional de pedra na praça central da vila, rodeado por construções residenciais.
- Entrada da freguesia de Vila Ruiva com painel de azulejos decorativos e arquitetura tradicional.
- Escadaria pública com candeeiros ornamentais integrada na paisagem urbana de Vila Ruiva.
- Igreja Matriz de Vila Ruiva, edificação religiosa tradicional com fachada branca e campanário duplo.
- Painel de azulejos que ilustra a Capela de Vila Ruiva com paisagem envolvente em tons de azul.
- Jardim público com ruínas históricas de pedra e espaço verde organizado junto a edifício habitacional.
- Pelourinho tradicional implantado no largo central da aldeia, rodeado de arquitetura vernacular.
- Monumento de pedra lavrada com relevos figurativos, inserido em paisagem montanhosa do interior.
- Rua dos Emigrantes em Vila Ruiva, com construções em pedra e enquadramento rural ao final do dia.
- Estátua religiosa em Vila Soeiro com paisagem de aerogeradores ao fundo, datada de outubro de 2014.
- Capela tradicional portuguesa com árvore secular no centro da localidade.
- Rua tradicional em Vila Soeiro com escadas de pedra, muros históricos e vegetação florida.
- Rua empedrada de Vila Soeiro do Chão com arquitetura tradicional e edifícios históricos.
- Paisagem rural do vale com campos cultivados, árvores e serras na linha do horizonte.
- Estrada rural com casa tradicional entre vegetação florestal e arbustos em flor.
- Perspectiva de um caminho rural que conduz a uma aldeia dispersa em encosta, com construções tradicionais e paisagem agrícola envolvente.
- Panorâmica da Vila Soeiro mostrando o aglomerado habitacional integrado na paisagem rural.
- Cerimónia ou evento comunitário no pátio de uma aldeia transmontana com arquitetura tradicional de pedra.
- Exposição de produtos agrícolas locais dispostos em mesa numa sala comunitária.
- Placa identificadora do Forno Comunitário numa estrutura histórica de pedra.
- Panorâmica rural com campos cultivados, vegetação e serra ao fundo.
- Participantes em atividade de grupo numa paisagem rural com vegetação verde e encostas montanhosas ao fundo.
- Construção cilíndrica medieval em pedra com porta de entrada, numa aldeia portuguesa.
- Capela tradicional domina a paisagem da freguesia, com vista sobre o aglomerado urbano no vale envolvente.
- Caminhada de grupo em paisagem rural com vegetação florida e trilho pedestre.
- Esculturas de cães em cores vibrantes dispostas num espaço verde com arvoredo denso ao fundo.
































